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Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Depois de ter conquistado Cascais, onde hoje é uma instituição, o Confraria estendeu a sua cozinha japonesa a Lisboa, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. Este restaurante é um tesouro escondido na Colina de Sant'Ana, talhado por uma equipa cheia de talento.
Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos.
A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Com apenas oito lugares ao balcão, serve cozinha kaiseki, que tem como pontos fundamentais a sazonalidade e a qualidade do produto. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua.
Avaliações do Restaurante Cruzeiro de Fiães
Melhor escolha, a comida, os colaboradores, as decorações, a simpatia para com todos, estava tudo perfeito! Recomendo e desejo que tenham sempre muito sucesso em fazer dos dias especiais, um conto de fadas, como foi o nosso casamento 💒 O espaço é incrível e a equipa é mesmo 5 estrelas. Vim almoçar em família no Restaurante Cruzeiro no dia de Páscoa e a experiência foi simplesmente incrível. Lugar muito agradável para comer, pessoas amigáveis trabalhando lá Ambiente super aconchegante , atendimento excelente , Francesinha Top …
Com umas belas arcadas em pedra a marcar a sala, o espaço foca-se na massa fresca italiana com influências do mundo e sabores do mar. Na ementa, os dumplings chegam à mesa cozidos a vapor ou fritos na frigideira, acompanhados por caldos ricos e outras especialidades que remetem para a gastronomia de rua de Xangai. Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul. Com direcção gastronómica do chef Mário Ribeiro e um engenheiro de formação, João Bivar, a manusear diariamente as facas, o Meiyo quer dar aos amantes do sushi uma experiência mais contemporânea.
- Entre as duas salas e a esplanada cabem umas 45 pessoas, mas não há nada como chegar cedo – não aceitam reservas e abundam esfomeados à porta.
- Há fritos, como o trio de bolinhos de carne de porco e camarão seco, e ao vapor, caso do Xiu Long Bao, ou bolinhos de porco.
- O Cerqueira renasceu pelas mãos de dois antigos clientes brasileiros, sem apagar o passado de tasca.
Não passa um mês que não tenha de lá ir comer uma fransesinha ! Por 2s pizzas medias, 1 pequena, alheira, pão de alho, sangria, 2 cafés e um chisqueique pagamos 35 euros. É aconselhando para quem não quer pagar muito dinheiro e fiães santa maria da feira comer. O atendimento é espetacular. Boa comida bom ambiente, casas de banho limpas, preço convidativo, otimo atendimento.
O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor. A carta percorre a gastronomia italiana com espargos sobre ricotta, escalope alla milanese, tártaro alla Veneziana e bruschetta de lardo di Colonnata. A pasta fresca convence à primeira garfada, tal como os ravioli de porco preto com ricotta e molho de tomate.
Os clientes comentam os seus pratos de…
Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias. A quinta é linda, o serviço espetacular , muita variedade de entradas, bebidas e uma mesa de doces maravilhosa. Comida muito bem confecionada e sobremesas saborosas. Ótimo atendimento, ambiente agradável e uma vista deslumbrante.
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Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas. Luís Gaspar, chef a quem devemos ainda as cartas do Brilhante (mais caro) e o Pica-Pau (mais barato), merece um altar. Com carne de primeiríssima linha, cortes tentadores e uma maturação feita na casa, tudo o que chega à mesa é irrepreensível. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. Num ambiente de caos organizado, de Torre de Babel, é tudo servido com qualidade, eficiência e atenção, até para que nunca falte cerveja na mesa.


